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Panelas: tem de ferro, tem de barro, tem de vidro...

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Precisar não precisa, mas é um charme servir uma tradicional moqueca capixaba numa panela de barro. A vantagem é que ela vai à mesa na mesma panela em que foi preparada e mantém o prato fumegante por mais tempo.

A desvantagem é que essas panelas são mais frágeis e precisam ser curadas antes do primeiro uso. Para isso, passe óleo por fora e por dentro e leve ao fogo até que o óleo desapareça completamente. (Só é preciso fazer esse processo antes do primeiro uso.)

Panelas de cobre costumam ser usadas por quem faz muito doce. Mas não servem para cozinhar alimentos ácidos ou com muito sal (pois o cobre pode se desprender da panela). De toda forma, você não precisa dela para preparar essa maravilha de doce de abóbora.

Comuns no Brasil, as panelas de alumínio são mais baratas, mas também tendem a se desgastar mais, além de amassarem mais facilmente. Outra desvantagem é que elas não distribuem o calor de maneira uniforme. Por isso, podem aquecer demais um dos lados e queimar o preparo.

As mais caras As panelas de cerâmica estão entre as mais caras do mercado porque são fáceis de limpar, antiaderentes e conservam bem o calor dos alimentos. Mas têm a desvantagem de demorar mais para esquentar.

As de ferro esmaltadas também são caras, além de bem pesadas. Elas retêm bastante calor (e deixam o alimento quente por muito tempo), mas pedem cuidado especial para não riscar a camada de esmalte. Isso porque o ferro vai ficar em contato direto com a água e pode enferrujar.

As de vidro também são lindas e fáceis de limpar. Mas também são bastante frágeis, além de caras.

E caçarola? Sabe qual é? Tema de amanhã!