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O branco da Bahia vai à mesa

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A gente falou a semana toda sobre o livro A comida baiana de Jorge Amado, da Paloma Jorge Amado, publicado pela editora Panelinha (veja os links ao final do texto). Além das receitas, não dá pra deixar de se inspirar nas louças e rendas usadas para apresentar os preparos.

Quando Rita Lobo, publisher do selo, começou a planejar como seriam as fotos, não teve dúvida: seriam páginas claras, com tons e texturas que remetessem às baianas do acarajé e da cocada.

Como fazer para que louças e rendas brancas não ficassem tediosas já na página 3? A resposta é a escolha e mistura de diferentes texturas, materiais, estampas e estilos. Para montar um aparelho de jantar exclusivo, essa é uma boa pitada: escolha peças de uma mesma cor, mas capriche na hora de variar os modelos. Não precisa comprar tudo de uma vez – garimpar é o importante. A gente facilita o trabalho indicando aqui onde encontrar os pratos que aparecem na foto acima. À esquerda, no cantinho inferior, prato Capri; acima, da Kimi Nii; no centro, as peças são Heloisa Galvão; à direita, no canto superior, você encontra a peça na Rosa dos Ventos; para fechar, à direita inferior, o prato Marrakech da Camicado.

Veja mais do especial A Comida Baiana da Paloma:

Cocada, um clássico do tabuleiro

Receita de frigideira de bacalhau

Acarajé, o mais famoso dos tira-gostos

Lançamento da Editora Panelinha, A comida baiana de Jorge Amado reúne receitas citadas na obra do autor

Foto: Editora Panelinha

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