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Cozinha Prática Verão: o que aprendemos em sete passos

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Uma temporada de início de ano que valeu como curso de férias de verão. Quem viu? Nos sete episódios do #CozinhaPraticaVerao saí da cozinha para conversar com especialistas em áreas que, sem que a gente perceba, influenciam o nosso jeito de cozinhar. Do espaço físico ao prato pronto, nessa caminhada de sete passos, vimos de tudo para deixar a cozinha não só mais prática, mas também mais saudável.

Com a arquiteta Bel Lobo a gente transformou a cozinha num lugar onde todos querem ficar. O segredo é decorar e, mesmo sem quebrar a parede, deixar o espaço com mais jeito de sala. Assim, as chances de ter a família por perto se multiplicam. Crianças e adultos envolvidos no processo — e, lógico, na hora de comer. Até para quem cozinha só para si, uma cozinha decorada é muito mais legal, vai?

Com o professor Carlos Augusto Monteiro a gente viu que é mais importante pensar em ingredientes do que nutrientes. Que dieta não é sinônimo de alimentação saudável. Que alimento in natura é o que a gente usa para fazer comida de verdade, e que alimento ultraprocessado é comida de mentira. Ah, que aula! Foi imperdível.

No terceiro episódio eu tentei fazer um prato com a ajuda da ceramista Lucia Eid, da Olaria Paulistana. Bem, fazer prato não é o meu forte, mas me inspirar neles, ah isso é! E inspirados a gente vai mais longe na cozinha. Sabe que praticamente todos os dias, nas nossas redes sociais, alguém pergunta “de onde é essa louça?”. Isso também me motivou a falar do assunto, já que louças lindas são uma forma de arte aplicada no dia a dia.

Nutrição virou assunto de mesa de botequim: todo mundo sabe tudo sobre dieta, sobre nutrientes, sobre calorias… No entanto, a população está cada dia mais gorda. Para refletir sobre o assunto, conversamos com a nutricionista Sophie Deram, que colocou na mesa um ponto importante: o prazer. Alimento não é remédio; é apenas comida. Por isso a gente não deve comer com culpa – pelo contrário, a gente deve comer de tudo um pouco, e com prazer. Libertador, não?

No episódio seguinte teve viagem no tempo para conhecer utensílios incríveis com o Marcelo Lellis, colecionador e dono da Acervo Brutto! Depois de ver que há tempos o homem pede ajuda aos utensílios – e como eles se desenvolveram! –, a gente voltou para a cozinha e listou os cinco itens indispensáveis e os cinco desejáveis. Ainda viu como é possível cozinhar com poucos utensílios, ou mesmo preparar uma sopa fria usando uma centrífuga.

Variar o cardápio, viajar sem sair da cozinha, aguçar o paladar, se aventurar pela culinária de outros países: com a aula do Nelo Linguanotto sobre especiarias, a gente percebeu como elas são capazes de estimular os sentidos – e, de novo, inspirar a cozinhar. Na cozinha do #EstúdioPanelinha a gente ainda listou as especiarias que vale ter à mão na cozinha.

Finalmente, com a Nina Horta, a gente viu como os livros ajudam a gente a se aproximar da cozinha. Com eles, é possível ampliar o repertório de receitas, se inspirar, aprender novas técnicas. Até uma crônica sobre comida é capaz de despertar a vontade de cozinhar algo diferente.

Resultado? Ah, se você leu até aqui, bem que podia dar uma chegadinha ali no meu perfil no Instagram e me contar o que você achou da temporada, do que mais gostou, o que já aplicou em casa, o que aprendeu. Use a hashtag #AprendiComRitaLobo que fica mais fácil de a gente achar os seus comentários, tá? Eu quero muito saber!

E, sim, sim, tem temporada nova vindo aí! Mas depois eu conto.

Fotos: Editora Panelinha / por Ricardo Toscani

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