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Aula de risoto ao vivo

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E assim, uma semana se passou. Na sexta passada, justamente uma sexta-feira 13, anunciei que o Panelinha iria produzir um conteúdo para ajudar a repensar a alimentação em tempos de distanciamento social. O resultado foi o especial Rita, Help! #Coronavírus, que reuniu centenas de receitas, orientações para higienizar os alimentos, lista de compras, playlists de vídeos com temas como congelar, variar o tempero, hora do lanche, organizar a cozinha, alimentação saudável, entre outros. Um pacotão de conteúdo para enfrentar a nova rotina.

E, claro, teve a chuva de lives – como eu trabalhei esta semana! Todos os dias, nos encontramos ao vivo no meu perfil do Instagram em dois horários: às 21h30, para conversar sobre conceitos de alimentação saudável e responder às suas dúvidas; e ao meio-dia, para preparar duas hortaliças e turbinar o seu pê-efe. 

Fiz uma proposta. E muita gente topou. A ideia era aproveitar esse momento em casa para melhorar a alimentação. Como? Seguindo a dieta brasileira. Ou seja, de um lado do prato, arroz e feijão (e um pedaço de carne para quem come); do outro, hortaliças, no mínimo duas. Não existe dieta melhor para quem vive no Brasil! O pê-efe tradicional combina de forma balanceada alimentos que são acessíveis por aqui. 

E por que não uma massa, um grelhado, um bolinho de doce de leite? Para melhorar a alimentação, e consequentemente a saúde (e também o sistema imunológico), precisamos comer mais legumes, verduras e frutas. 

Funcionou assim: ao meio-dia, quem quisesse participar deixava o arroz, o feijão e a carne prontos; juntos, na live, preparamos as verduras e legumes. Quem participou deve ter sentido o resultado na pele. Literalmente! Comer direito, incluindo arroz, feijão e pelo menos duas hortaliças no almoço, organiza o corpo – e a rotina. 


Ainda mais hortaliças

Quando os seguimores me marcam nas redes sociais, para que eu veja uma #ReceitaPanelinha, fico feliz da vida. Presto atenção na legenda, na foto, até na louça... Dá um baita orgulho! Mas, preciso confessar, não consigo deixar de reparar na composição nutricional do prato. Um detalhe: são mais de 30 mil imagens com a hashtag! Claro que tem de tudo. Mas posso afirmar: as pessoas não estão comendo o suficiente de legumes e verduras. 

Sei disso há algum tempo. Tanto pelas estatísticas do Panelinha, como pelas pesquisas oficiais do país. Em 2016, inclusive, fiz um projeto com o objetivo de ajudar o meu público a incluir mais legumes e verduras no prato. A base de tudo era o livro ‘O que tem na geladeira?’, com mais de 200 receitas de 30 legumes e verduras. Além do livro, o projeto inclui receitas no site e série no canal Panelinha no YouTube. Vale a pena você dar uma espiada. 

 

Conheça: 'O que tem na geladeira'

Esta semana, o nosso trabalho no Panelinha ganhou muita visibilidade, por dar tantas ferramentas às pessoas na mudança de rotina. A origem de tudo, claro, foi um problema que atinge o mundo todo: o coronavírus. Mas acredito que muita gente tenha pelo menos começado a repensar o assunto alimentação. E isso, no longo prazo, vai ser ótimo. Continuo acreditando que cozinhar é como ler e escrever: todo mundo deveria saber, mas ninguém nasce sabendo. A gente aprende. 

Hoje, às 21h30, para encerrar esta nossa semana de lives, vou contar sobre a minha história com a comida: como eu comecei a cozinhar e como criei o Panelinha, há 20 anos. 

 

E, amanhã, ao meio dia, a live vai ser uma aula de culinária para todos. Vamos fazer um risoto de ervilha congelada com hortelã – e sem caldo industrializado, por favor!  

 

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