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'Tá feliz, Rita Lobo?'

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Todos os dias vejo posts do tipo “tá feliz, @RitaLobo?”. E,  muitas vezes, a pergunta vem até com a foto de uma #ReceitaPanelinha! 

 

Sempre digo que cozinhar é libertador, que é uma ferramenta para manter a alimentação saudável, mas é também uma baita de uma curtição. Quando o resultado fica legal, dá o maior prazer compartilhar com a família ou com os amigos à mesa, e também nas redes sociais, num post do tipo "tá feliz, @RitaLobo?".

este texto foi publicado originalmente na minha newsletter (13/2). ASSINE AQUI

O objetivo do meu trabalho – e das mais de 20 pessoas que trabalham todos os dias comigo no Panelinha – é levar você para a cozinha. Por isso, é bom demais saber que tanta gente usa o site, os livros, assiste aos vídeos e programas de tevê. Mas esses posts têm uma coisa muito especial: eles revelam algum tipo de superação, seja porque a pessoa não sabia cozinhar, porque não conseguia administrar o tempo ou, simplesmente, porque não achava que preparar a própria comida era importante o suficiente para vencer a preguiça.

Quando o Panelinha nasceu, há vinte anos, não existia Instagram, Twitter, Facebook, YouTube, Pinterest… Nem Orkut tinha ainda! A interação com os leitores era toda por e-mail. Mesmo assim, desde o início, sempre prestei muita atenção ao que os seguidores estavam me contando. Cada mensagem servia (e serve!) como matéria-prima para novos projetos, novas receitas, novos programas, novas soluções para levar mais gente para a cozinha. 

Quem compartilha uma foto de uma #ReceitaPanelinha, além de comemorar o próprio feito e, de alguma maneira, reconhecer o nosso trabalho, indiretamente está convidando mais gente a entrar nessa conversa. Olha que coisa poderosa: um post, um tuíte, uma brincadeira sua nas redes, do tipo ‘Tá feliz, Rita Lobo?', pode ser o estimulo que faltava para outra pessoa experimentar aquela receita, entrar mais na cozinha e melhorar a própria alimentação.

Por isso, apesar de a pergunta ser retórica, esse texto é para responder: estou muito feliz! Mais do que feliz, fico realizada sabendo que tanta gente continua aprendendo a cozinhar comigo. Juntos, estamos fazendo uma revolução silenciosa, a partir da cozinha de casa, mas que está melhorando a vida de muita gente no Brasil.