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Lembra daquele Natal?

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Novembro chegou e convém avisar: já é Natal! Você vai piscar os olhos e, plim, dia 24 de dezembro chegou. Pode até mudar o nome do grupo da família no Whatsapp para 'Natal 2017'. Está na hora de começar a definir o cardápio e, claro, quem fica responsável por cada preparo. Porque sempre tem uma tia que arrasa na farofa, ou o avô que prepara um assado incrível... Na minha família, são muitos os cozinheiros de mão cheia, mas o núcleo campeão é o do tio Marcelo, irmão mais velho do meu pai. Ele mesmo cozinha superbem e, uma das filhas, a Luciana, é chef chocolatière! Em todas as famílias, o ideal é que cada um prepare a sua especialidade em casa, escolha a louça mais bonita e leve para completar a ceia. 


Olha que curioso: a gente passa o ano inteiro aqui no site falando sobre a relevância da divisão estruturada de tarefas para a família conquistar uma alimentação saudável de verdade. O Natal é a melhor ilustração desse esquema! Imagine que loucura seria se uma única pessoa fosse responsável pelo planejamento da festa, todas as compras, todos os preparos, a arrumação da mesa… No dia a dia é a mesma coisa, em proporções diferentes, claro. 
 

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Para simbolizar essa união de forças, tivemos uma ideia que é a cara do #AcervoPanelinha: além de misturar as especialidades de cada um, vamos misturar as coleções de louças? Se na sua família também tem algum exemplar de #LoucaDasLouças, como eu (risos), ou ainda melhor, alguns exemplares, é hora de tirar os pratos da cristaleira. Quem disponibiliza o espaço não precisa se encarregar de montar a mesa. Da mesma forma que um fica responsável pelo tender, outro traz as taças para o brinde. Uma prima prepara a torta de nozes, a outra, vem com os pratos de sobremesa. E assim por diante. 


Cada um pode levar algo que tenha um significado especial, ou que seja a peça mais bonita que tem no armário. No fim das contas, a mesa vai estar cheia de memórias de cada um dos familiares. Eu, por exemplo, adoraria levar esses guardanapos azuis da foto, que eram do Natal na casa da vovó Rita. 


Quando cada peça voltar para seu respectivo armário, e aparecer em outra mesa, num aniversário ou num almoço dominical qualquer, aposto que alguém vai dizer: "Lembra daquele Natal..." E assim as boas memórias vão sendo cultivadas. Vai ser lindo!